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Quando se fala em fazer marketing digital voltado para o público de zonas rurais logo chega a pergunta: “ah, mas a internet chega até lá?” Isso não é mais uma realidade. De acordo com a pesquisa “Uso das Tecnologias de Informação e Comunicação nos Municípios Brasileiros”, realizada anualmente pelo Comitê Gestor da Internet, a proporção de domicílios com acesso a internet nas zonas rurais mais que triplicou de 2010 a 2016, ano da última pesquisa. A proporção de domicílios rurais com acesso à internet hoje é superior à de domicílios urbanos conectados há dez anos atrás. Ou seja, o campo está se tornando digital.   Para entender como atingir esse público, é preciso compreender o seu perfil. Este é o objetivo deste artigo. Listamos abaixo quatro características que definem como as zonas rurais se relacionam com a internet.  

  1. O campo é mobile

Enquanto que nos domicílios urbanos 30% acessam a internet por meio de conexão via fibra ótica ou cabo, no campo 37% acessam por conexão móvel, no mínimo 3G. E mais, 84% dos domicílios contam com telefone celular, índice superior ao rádio. Ou seja, uma estratégia digital para o público rural precisa ser necessariamente mobile. Soluções responsivas, que demandem baixo uso de banda, têm que fazer parte da estratégia.

Digital no meio rural.

  1. O Centro Oeste está conectado

O polo mais dinâmico do agronegócio brasileiro, a região Centro-Oeste, está online. Aliás, a penetração da internet na região, em 56% dos domicílios, só perde para o Sudeste (64%), sendo superior ao Sul (52%). Desta população, 33% está conectada por meio de celulares, e 21% por meio de telefonia DSL, de velocidade inferior ao cabo. Novamente, o caminho para chegar ao interior passa pelo digital.  

  1. Os jovens estão mais conectados

Os jovens do Norte, Nordeste e Centro Oeste estão mais conectados que seus pais. No Norte 90% dos jovens acessam a internet pelo celular, enquanto menos de 40% de seus pais fazem o mesmo. Isto mostra que o digital está chegando para ficar, e quem quer construir reputação de marca com perenidade precisa estar tão conectado quando as crianças e adolescentes da zona rural.

Jovens do meio rural cada vez mais conectados.

  1. Impacto em redes sociais

De acordo com o Facebook, mais de 7 milhões de brasileiros manifestaram interesses pelo tema agronegócio na rede social, e 57 milhões de pessoas se identificam como “fazendeiro”. Quando se segmenta para temas mais específicos, o índice permanece alto: 2 milhões interessados em colheitadeiras e 5 milhões em agronomia, por exemplo.   Ao agruparmos essas informações, vemos que uma estratégia digital para o meio agro precisa ser mobile, com peças que demandem baixo consumo de banda, com uma segmentação adequada do público, levando em consideração a linguagem adequada para cada perfil e sem restrição regional. Além disso, essa estratégia deve usar as redes sociais de forma inteligente, respeitando a jornada do cliente. Afinal, este é o padrão demográfico deste público, e uma estratégia com essas características tende a atingir mais pessoas que meios tradicionalmente relacionados ao campo, como o rádio.   Ou seja, marketing digital para agro não é trivial. É necessário experiência e conhecimento do mercado. A Agência da Vila tem expertise em gerar resultados para clientes do agronegócio. Venha nos conhecer.

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